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“Este era o principal objectivo da época”

Após a vitória sobre o Benfica, que garantiu a conquista do 21.º título nacional de hóquei em patins, Tó Neves surgiu na sala de imprensa visivelmente emocionado. Foi o primeiro campeonato do treinador, que elogiou o pragmatismo e a concentração dos jogadores azuis e brancos no encontro decisivo.

“É o primeiro título como treinador e isso marca sempre. Não me esqueço do primeiro como jogador e com certeza não me vou esquecer deste como treinador. As primeiras conquistas marcam mais”, admitiu o técnico, que descreveu depois a exibição da equipa. “Não sentimos que estava ganho aos 15 minutos. O jogo tem 50 minutos, o que sei é que os jogadores do FC Porto entraram mais determinados do que os do Benfica e dominámos até ao 7-1. Fomos rigorosos, pragmáticos e prolongámos muito os nossos níveis concentração. A partir do 7-1 sentimos que o título dificilmente nos fugia e apenas jogámos com o cronómetro e deixámos que o jogo chegasse ao fim”, afirmou.

Tó Neves sublinhou que as dificuldades foram praticamente “as mesmas” face à época passada – “se quisermos houve uma diferença, que foi este jogo ter 50 minutos e da época passada, na Luz, não teve” – e recusou falar num “novo ciclo”. “O que há é novas épocas e novos objectivos, quem está no FC Porto luta sempre pela vitória. Este era o principal objectivo estabelecido no início da temporada. Neste momento temos outro objectivo, que é estar na final da Liga Europeia. O jogo em Oliveira de Azeméis deixou de ter prioridade e vamos começar a pensar no Valdagno, a quem ainda não ganhámos no Dragão, a partir de segunda-feira”, declarou.

Para o capitão Reinaldo Ventura, este título foi “uma alegria” com a mesma proporção das conquistas anteriores: “É o culminar de um ano de trabalho. Foi um campeonato difícil, em que tivemos de lutar contra muitas coisas. Foi duro, mas foi justo. Amanhã há que pensar que há mais campeonatos para vencer e uma Liga Europeia que queremos tentar ganhar. Vamos pensar para a frente e tentar ganhar tudo”.

Caio, que “bisou” na partida, esteve também na sala de imprensa: “Qualquer título tem um sabor especial. Este não tanto por ser em casa, mas por ser a reconquista do campeonato, que era o nosso principal objectivo. O facto de ter sido obtido contra o Benfica e em casa foi um ingrediente adicional e trouxe mais motivação para nós e para os sócios, que gostam é destes jogos. Para nós importava chegar aos três pontos e ao campeonato e penso que não houve dúvida nenhuma na entrega do título”.

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“Temos um grupo, e não 14 jogadores”

Na conferência de imprensa após a vitória sobre o Benfica, que permitiu ao FC Porto celebrar o pentacampeonato, o treinador Ljubomir Obradovic repartiu os méritos pelo grupo de trabalho, sublinhando a sua união. “O FC Porto ganha porque tem um grupo e não 14 jogadores. Os que não jogam ajudam os que jogam, os que jogam mal apoiam os que jogam bem e vice-versa”, afirmou.

“O FC Porto ganhou porque quis ganhar, quis entrar na história e teve um grande apoio dos adeptos. O FC Porto ganhou justamente. Na segunda parte melhorámos na defesa, fizemos mais remates e com este apoio foi normal. Difícil era perder…”, justificou o treinador portista, que descreveu depois a preparação da partida frente aos lisboetas. “Estivemos a prepará-lo nas últimas três semanas. Com o Sporting, na última jornada, o primeiro objectivo era não ver cartões vermelhos e não ter lesões, porque sabíamos que tínhamos de trabalhar tacticamente este jogo”, sublinhou.

O técnico descreveu ainda o FC Porto como “um clube de família”: “Desde os dirigentes, aos jogadores e adeptos, é fantástico para um treinador estrangeiro ter todo este apoio”.

O capitão Ricardo Moreira, que apontou 10 golos na partida, mesmo regressado de uma lesão, atribuiu a sua exibição ao “apoio” dos colegas, treinador, dirigentes e equipa médica. “Obradovic sabe como ninguém pôr o grupo em forma para o jogo correcto. Falámos e chegámos à conclusão de que não ia jogar algumas partidas para estar em forma frente ao Benfica”, admitiu.

“Estas vitórias devem-se à liderança do presidente, porque as finais não de desperdiçam, são para ganhar. Ele veio ter connosco esta semana e estava tranquilo, porque sabia que íamos ganhar e nós também o sabíamos. Este foi o campeonato mais difícil destes cinco, porque o Benfica é uma equipa forte, que se reforçou muito bem e nos dificultou ao máximo a tarefa”, declarou o ponta-direita.

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Tabela Classificativa 2012/13

Pos Equipa PTS JG V E D GM GS
 
1 FC Porto 78 30 24 6 0 70 14
2 Benfica 77 30 24 5 1 77 20
3 P. Ferreira 54 30 14 12 4 42 29
4 Sp. Braga 52 30 16 4 10 60 44
5 Estoril 45 30 13 6 11 47 37
6 Rio Ave 42 30 12 6 12 35 42
7 Sporting 42 30 11 9 10 36 36
8 Nacional 40 30 11 7 12 45 51
9 V. Guimarães 40 30 11 7 12 36 47
10 Marítimo 38 30 9 11 10 34 45
11 Académica 28 30 6 10 14 33 45
12 V. Setúbal 26 30 7 5 18 30 55
13 Gil Vicente 25 30 6 7 17 31 54
14 Olhanense 25 30 5 10 15 26 42
15 Moreirense 24 30 5 9 16 30 51
16 Beira-Mar 23 30 5 8 17 35 55
 
 
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Paços de Ferreira vs FC Porto-Liga Portuguêsa

O FC Porto foi a Paços de Ferreira vencer a equipa da casa por 2-0, em jogo da última jornada da I Liga, resultado que lhe garantiu a conquista do tricampeonato e os autores dos golos foram: Lucho com consequência de um penalty aos 23 minutos e a expulsão de um jogador pacense e o outro golo foi de Jackson aos 52 minutos.

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Pedro Moreira “comandou” Dragões rumo à “final four”

O FC Porto Império Bonança venceu este sábado o Reus, por 6-4, e apurou-se assim para a “final four” da Liga Europeia. Os Dragões, superiormente “comandados” por Pedro Moreira (fez dois golos e teve inúmeras acções valiosas) ultrapassaram assim a desvantagem de um golo trazida da Catalunha, na primeira mão destes quartos-de-final.

Como se esperava, o FC Porto entrou dominador na partida e, logo aos cinco minutos, Pedro Moreira, num contra-ataque, anulou a desvantagem na eliminatória. Aos dez, Jorge Silva aproveitou uma desatenção da defesa do Reus para fazer o 2-0. Reinaldo ainda teve oportunidade para fazer o terceiro, mas Guillem Trabal defendeu a grande penalidade.

Num pavilhão com um ambiente efervescente, em jeito de antecipação do clássico do futebol, os Dragões optaram por pôr algum “gelo” na partida, efectuando ataques mais longos. As melhores ocasiões continuaram a pertencer aos azuis e brancos, mas Edo Bosch também teve algumas intervenções decisivas, até que Xavi Rubio diminuiu a desvantagem forasteira. Um minuto depois, Reinado Ventura voltou a aumentar a margem dos portistas para os desejados dois tentos, na conversão de um livre directo.

Caio, isolado, em duas ocasiões, e Vítor Hugo, que acertou no poste, tiveram ocasiões soberanas para fazer o 4-1, mas o tento só surgiria a um mero segundo do intervalo, graças a Vítor Hugo, com um remate fortíssimo no coração da área. A vantagem dava tranquilidade ao FC Porto para a segunda parte, tendo em conta a derrota por 3-2 em Reus.

Porém, a equipa forasteira entrou mais forte no segundo tempo, com Raul Marín, entre os 28 e aos 31 minutos (num livre directo), a empatar novamente a eliminatória. No momento mais difícil do encontro, voltou a emergir Pedro Moreira, num lance individual, aos 32, a fazer o 5-3. Os espanhóis responderam com o 5-4, num “tiro” de meia-distância de Albert Casanovas, mas logo de seguida, num contra-ataque rápido, Reinaldo Ventura assistiu Jorge Silva para o 6-4.

Nos 15 minutos restantes, o FC Porto “congelou” com sucesso o ataque espanhol, dispondo das melhores oportunidades para pôr o ponto final na eliminatória, em contra-ataques que só por “milagre” (e por mérito de Guillem Trabal) não resultaram ao golo. O Reus, mais desgastado fisicamente, teve apenas uma ocasião para voltar à discussão da entrada na “final four”, com Raul Marín a acertar no poste. Reinaldo Ventura não converteu o livre directo correspondente à décima falta, a três minutos do fim, mas os Dragões festejaram ainda assim o apuramento para a fase decisiva da mais importante competição europeia de clubes, que até pode decorrer no Porto.

A equipa orientada por Tó Neves alinhou e marcou da seguinte forma: Edo Bosch (g.r.), Pedro Moreira (2), Reinaldo Ventura (1), Ricardo Barreiros e Jorge Silva (2). Jogaram ainda Caio, Vítor Hugo (1) e Hélder Nunes.

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Dragões perdem no pavilhão do Sporting

O FC Porto Vitalis perdeu pela segunda vez na fase final do Andebol 1, no terreno do Sporting, por 26-22, em encontro da oitava jornada. No Pavilhão Multiusos de Odivelas, a primeira parte foi muito equilibrada (11-11 aos 29 minutos e 13-11 no intervalo), mas na segunda os Dragões perderam o “comboio” do marcador. Ainda assim, João Ferraz foi o melhor goleador portista, com cinco tentos.

Com este resultado, o FC Porto – que teve Tiago Rocha ainda limitado fisicamente – mantém a liderança do campeonato, mas pode partilhá-la com o Benfica, que visita o Dragão Caixa na sexta-feira, num encontro que será decisivo para a atribuição do título.

A equipa orientada por Ljubomir Obradovic alinhou e marcou da seguinte forma: Hugo Laurentino e Alfredo Quintana (g.r.); Gilberto Duarte (2), Wilson Davyes (1), Daymaro Salina (3), Elias Nogueira, Sérgio Rola (1), João Ferraz (5), Tiago Rocha (3), Filipe Mota (2), Pedro Spínola (3), Ricardo Moreira (2) e Hugo Rosário.

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